Partidas
A nota diz que a executiva “terá maior flexibilidade de jornada de trabalho e prestará consultoria às Organizações, envolvendo-se em projetos estratégicos, por demanda dos acionistas”. Roberto Irineu Marinho afirma ainda que “seu papel como assessora é da máxima importância para os destinos das empresas Globo. Sua relação com a Globo, além de profissional, é de amizade recíproca. Vínculos que se mantêm integralmente preservados”.
Quando esses vínculos entre empresas e funcionários se desfazem, é imprevisível a reação de ambos os lados. Tem gente que chora, gente que comemora, gente que aproveita, gente que se liberta, gente que muda radicalmente a vida… Lendo isso, lembrei de uma piadinha sobre essas “partidas”. Lá vai:
Depois de anos como estrela do Zoológico, morreu o elefante. Vários visitantes estavam em volta do cadáver e, ao lado do bicho, ajoelhado e aos prantos, um homem socava o chão. Uma mulher comenta com o marido:
Quem é você nessa história ?
Você é daqueles que vai ter que cavar o buraco, ou seja, ralar muito mais com a saída do elefante de cena ? Ou vai comemorar por ter sobrado mais espaço na jaula ?
… Ou você é o elefante ?
January 24th, 2008 at 5:27 am
Oi Ricardo muito legal o seu blog parabéns!
Quanto ao texto depende muito em que ponto de sua carreira vc esta. As vezes vc já é o elefante(mais pra lá do que pra cá) e nem sabe. E a vezes no primeiro momento vc comemora ou chora.
Mas no final das contas mesmo vc sendo um elefante ou uma formiguinha tudo isso irá sempre fazer parte da sua história, tanto profissional como pessoal.
January 24th, 2008 at 8:06 am
Concordo 100% com sua visão de aprendizado e construção da história.
Na verdade eu interpreto que viramos elefantes quando “partimos” de uma determinada situação ou grupo. Seja na escola ou no trabalho. Isso pode ocorrer mesmo sendo muito jovens.
É sempre bom saber que… ao partirmos… deixamos uma história e ensinamentos que fazem as pessoas lamentarem nossa ausência e não o tamanho do buraco que têm pra cavar… heheheh
um abraço